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Larriba, Larriba Povo Cigano

Os Sete Preceitos Ciganos


- FELICIDADE
Um campo aberto, um luar, um violão, uma fogueira, o canto do sabiá e a magia de uma cigana.

- ORGULHO
É saber que nunca participamos de guerras e nunca nos armaremos para matar nossos semelhantes. Somos os menestréis da paz.

- AMOR
Amar é vivermos em comunidade, é repartir o pão, nossas alegrias e até nossas aflições.

- LEALDADE
É não abandonar nossos irmãos quando precisam. É nunca negar o ombro amigo, a mão forte e o incentivo à vida.

- RIQUEZA
É termos o suficiente para seguirmos pela estrada da vida.

- NOBREZA
É fazermos da humilhação um incentivo ao perdão.

- HUMILDADE
É não importar-se em ser súdito ou nobre, importar-se apenas em saber servir

 

Cigana Sulamita
 

Sulamita tinha pele clara, cabelos e olhos pretos.

Suas Roupas – Usava blusa branca com decote em V e mangas bufantes. Sua saia era de palha dourada; nela estavam presos vários lenços coloridos (menos na cor preta), formando uma espécie de babado com pontas soltas. Na cintura ela usava um lenço dourado, de franjas longas que ficava amarrado para o lado esquerdo.

Seus Adereços – Sulamita trazia na cabeça um lenço amarelo-ouro, por cima do qual punha uma tiara de flores em tons claros. Ela usava brincos de ouro com pingentes de topázio amarelo. No pescoço trazia vários colares de pedras coloridas; nos dedos vários anéis de ouro em diversos tipos; e, no pulso esquerdo, um bracelete de ouro em alto-relevo, tendo no miolo pedrinhas de citrino.

Sua Magia – Quando vêem à Terra ela trabalha com um baralho de cartas na qual guarda dentro de um saquinho de veludo amarelo com cinco moedas antigas. É assim que ela faz suas previsões. A fase da Lua de sua preferência para fazer magias é a Crescente. (Fonte: Ana da Cigana Natasha).

 

Adora trabalhar só com frutas e com folhas dos pés das mesmas frutas. Faz sua magia com folhas de maçã, para o amor, folhas de pêra, para a saúde; folhas de uva, para união; folhas e flores de mamão, para afastamentos;umbigo de banana, para feitiços; folhas de fruta-do-conde, para aproximação; folhas de laranja, para acalmar fúrias; folhas de caqui, para tirar o mal.


Ela gosta de trabalhar com a floresta, jogando nela as folhas secas, conforme o problema de cada um.


Sua pedra preferida é o quartzo-citrino, amarelo-ouro.


Ela faz uma amarração para o casamento colocando um pedaço desse cristal em cima de cada uma das folhas de maçã, fruta-de-conde, e uva verde com que trabalha; depois joga por cima flores de laranjeira. Ela afirma que o casamento sai antes de três Luas cheias.


Sulamita, que Bel-Karrano ilumine muito seu espírito, para que você possa ajudar que precisa de sua ajuda.

 

Texto extraído do livro Mistérios do Povo Cigano - Autoras: Ana da Cigana Natasha e Edileuza da Cigana Nazira - Editora: Pallas

É a protetora de mulheres grávidas, a que “toma conta” de partos difíceis. Esta cigana é natural de uma região entre França e Borgonha. Viveu muitos anos em Espanha e Itália. Viajou por muitos lugares, Portugal, Índia, Egito e outros. Em verdade trás em seu coração um pouco de cada um destes países no seu coração. De espírito vívido, é faceira, admirada por todos que a vêem, principalmente o sexo oposto. Boa, generosa é também geniosa ao extremo e capaz de ataques de fúria. Autorizada a entrar na aura de não ciganos, deixa sua mensagem e faz diversos trabalhos de magia.

Suas magias geralmente são feitas com frutas. Mas a principal é para desamarrar parto difícil. Sulamita faz assim: Ela enterra uns ovos crus com cuidado na terra, em vaso ou chão, em frente da porta onde mora a grávida. Coloca em cima vários doces brancos e chama diversos espíritos ciganos e de outras linhas para fazer uma corrente de força. Os ovos são desenterrados quando a mulher da a luz sem perigo, então estes ovos são quebrados, simbolizando que ela esta quebrando todo o mal. Para que nada aconteça à mãe e o bebê. Obs. Diz esta cigana que em uma de suas encarnações morreu de parto, e quase toda segurança dela é enterrada.

Cigano Rodrigo “Rei dos Ciganos”


Poderosa entidade que hoje incorpora e trabalha em centros espíritas de Umbanda, através da incorporação de médiuns.


O Princípio


Rodrigo nasceu por volta do ano de 1.800, na região da tríplice fronteira, onde se fundiam as terras de Brasil, Paraguai e Argentina, numa área pouco delimitada onde não se sabia ao certo em que país se estava.


Os Ciganos são um povo nômade, estão em constante movimento, para eles não existem barreiras. Na época de Rodrigo, existiam inúmeros grupos ciganos na região, com números que variavam desde 20 até mais de 100 pessoas por grupo.


O pai de Rodrigo, Manolo, já era o Rei dos Ciganos na época, porém sua influência limitava-se a poucas aldeias, pois os povos eram muito separados.

Rodrigo, por nascimento, não tinha o trono garantido, pois a família era composta por muitos irmãos, e logo, vários tinham chance de assumir o cargo do pai no futuro.


A infância de Rodrigo foi bastante normal, vivendo junto com sua família. Foi na adolescência que se aproximou de seu pai, com quem aprendeu a gostar das coisas boas e desfrutar a vida; também iniciando a almejar o posto de Rei para seu futuro. Naquela época, se destacar era uma questão de realização pessoal, pois as pessoas comuns viviam uma vida sem grandes atrativos.


A Subida


Por haverem muitos irmãos, Rodrigo sabia que seu cargo não era garantido e teria que se esforçar para conquistar a confiança de todos. Desta forma, procurava se destacar dos demais. Sua cabeça já tinha o objetivo traçado, de forma que dedicava pouco tempo às frivolidades da adolescência. Mulheres, até às tinha, mas não deixava de lado suas obrigações para se dedicar a elas. Rodrigo sabia que poderia usufruir da vida que desejasse e que os prazeres proporcionados pelo poder não lhe faltariam quando chegasse aonde queria.


Certo dia, Rodrigo tomou uma postura e passou a analisar a situação que o cercava. Dos seus cinco irmãos, quem tinha maior chance de um dia ser rei, era o mais jovem, Rômulo, afinal de contas seu pai era saudável e não morreria tão cedo. Rodrigo passou então a proteger, cuidar e de certa forma também limitar os poderes do irmão. O crédito pelos feitos de ambos, invariavelmente era dado a Rodrigo, que além destes, também se destacou por suas próprias conquistas e méritos.


Conforme o tempo passava, Rômulo criou muitas inimizades, porém era sempre defendido por Rodrigo, que intermediava e acalmava as situações. E assim, Rodrigo passou a ganhar cada vez mais crédito junto ao seu grupo de Ciganos. Passou a ser braço direito do seu pai Manolo, e começou a tomar atitudes e resolver muitos problemas no lugar do pai, com a orientação deste.


A partir dos 16 a 17 anos, a fama de Rodrigo se espalhava. Ganhava cada vez mais confiança do Povo Cigano e de seu pai. Quando chegou aos 21 anos, seus créditos se solidificavam, até que passou de fato a governar no lugar do pai, tomando atitudes e decisões importantes, tal a confiança e respeito que tinha perante a família e o povo.


Um Novo Rei


O Rei Manolo, achando estar velho demais, cansado e sem tanto crédito, convocou uma festa para pessoas influentes oriundas de diversos grupos. No auge da festa, Manolo riscou no chão o símbolo de medalhão de rei da família e pediu a Rodrigo que riscasse ao lado o símbolo do sol dos ciganos. Todo o povo observava atentamente enquanto ambos desenhavam no chão. Em seguida, Manolo pediu que cada pessoa colocasse uma moeda num dos símbolos.


e não morreria tão cedo. Rodrigo passou então a proteger, cuidar e de certa forma também limitar os poderes do irmão. O crédito pelos feitos de ambos, invariavelmente era dado a Rodrigo, que além destes, também se destacou por suas próprias conquistas e méritos.


Conforme o tempo passava, Rômulo criou muitas inimizades, porém era sempre defendido por Rodrigo, que intermediava e acalmava as situações. E assim, Rodrigo passou a ganhar cada vez mais crédito junto ao seu grupo de Ciganos.


Passou a ser braço direito do seu pai Manolo, e começou a tomar atitudes e resolver muitos problemas no lugar do pai, com a orientação deste.
A partir dos 16 a 17 anos, a fama de Rodrigo se espalhava. Ganhava cada vez mais confiança do Povo Cigano e de seu pai. Quando chegou aos 21 anos, seus créditos se solidificavam, até que passou de fato a governar no lugar do pai, tomando atitudes e decisões importantes, tal a confiança e respeito que tinha perante a família e o povo.


Um Novo Rei

Sem saber o propósito daquilo tudo, cerca de dois terços do povo colocou moedas no desenho de Rodrigo, enquanto que 1/3 depositou moedas no desenho de Manolo. Após a festa, dias depois, Manolo, pensativo, resolveu concordar com a constatação reafirmada por Rodrigo, que seria a hora de abrir mão do trono.


Uma grande festa se realizou, com a participação de todas as aldeias do grupo e também de grupos vizinhos, amigos. E assim, aos 23 anos, Rodrigo assumia o cargo de Rei dos Ciganos, um rei que foi muito bem recebido por todos, pois a sucessão foi entregue por seu próprio pai, um líder muito admirado.


Um Novo Reinado


A primeira idéia de Cigano Rodrigo, no cargo de rei do seu povo, foi de unificar os grupos ciganos. E passou a se dedicar com muito afinco à esta tarefa. Embora as aldeias amigas tenham, a princípio, relutado, ao final todas acabaram aceitando a união, formando um grupo cada vez maior e mais poderoso.
As responsabilidades do cargo eram cada vez maiores, de forma que Rodrigo sentiu a necessidade de obter um apoio, um braço direito. Esta função Rodrigo encontrou no seu irmão mais novo, Rômulo, admirador incontestável do irmão mais velho, que considerava seu protetor e tinha uma dívida de gratidão. E assim, os dois irmãos, trabalhando juntos e unidos, passaram a buscar novos grupos para tornar ainda maior sua comunidade.


Seguindo o plano expansivo, cada grupo que encontravam era convidado a se juntar à próspera comunidade. Quem não aceitava, era alertado que sofreria as conseqüências. Os irmãos cuidavam e protegiam dos seus, ao mesmo tempo que agregavam cada vez mais pessoas ao grupo. Havia segurança e conforto.


Durante o processo de expansão, inevitavelmente Rodrigo e Rômulo fizeram muitos inimigos, que acabaram se unindo em grupos para enfrentá-los. Os grupos pequenos foram dizimados, enquanto que os grupos maiores continuaram crescendo e se opondo.


Cigano Rodrigo, finalmente no auge de sua vida e exercendo o poder que tanto desejava, não deixou de seguir os costumes do seu povo, em especial o fato de ter várias mulheres. De fato, Rodrigo vivia sempre com pelo menos sete mulheres, sendo que todas eram igualmente bem tratadas, e para elas nada faltava. Rodrigo estava sempre presente na vida de todas, amparando, cuidando, protegendo e satisfazendo-as por igual.


Em certo momento da história, um ex-líder de um grupo absorvido, chamado Ramirez, resolveu se aproximar de Rodrigo. Ramirez se mostrou uma pessoa muito prestativa, demonstrando genuína vontade de ajudar e estar presente na liderança da comunidade. Rodrigo nunca achou que poderia confiar em duas pessoas ao mesmo tempo, mas dada à insistência e disponibilidade de Ramirez, ignorou seus próprios sentimentos antigos.


O Fim de uma Era


Ramirez passou a conquistar liberdade e influência, e assumiu um cargo de confiança ao lado de Rômulo. As brigas passaram a surgir. Rômulo e Ramirez, naturalmente, competiam por sua posição de confiança, atiçando uma disputa ao poder. Ramirez, apesar de tudo, continuava se mostrando da mais útil serventia.


Certo dia, um grupo inimigo bastante grande, mas pouco conhecido de Rodrigo, resolveu se render e se unir à causa comum. Foi planejada uma grande festa para comemorar o acontecimento.


Entretanto, a festa iria terminar em tragédia. No meio da celebração, o grupo recém incorporado mostrou sua verdadeira face, se rebelando e passando a atacar o grupo de Rodrigo. Uma grande briga se sucedeu, causando muita violência e muitas mortes.


Rodrigo, perplexo, preparava-se para entrar na briga, quando foi subitamente apunhalado pelas costas. Ao tombar, Rodrigo se virou e constatou, para sua surpresa, que havia sido apunhalado por Ramirez. Tarde demais, o Rei dos Ciganos percebia o grande erro que havia cometido.


Era o fim de sua história. Enquanto Rodrigo agonizava, a briga continuava. Em pouco tempo, Rodrigo veio a falecer. Naquela noite, centenas de mortes se seguiram. Após o acontecido, todos os grupos se separaram e voltaram a ser o que eram. O reino unificado do Rei Rodrigo chegava ao fim.


Rômulo, naturalmente, assumiu o lugar de Rodrigo. Porém, sem o pulso firme do irmão mais velho, pouco pode fazer para conter a vontade de separação e manter o povo unido. Quanto a Ramirez, naquela mesma noite da festa, foi morto por pessoas que presenciaram o cruel assassinato que havia cometido.


Rômulo continuou rei de um grupo pequeno, com menor valor. Os demais grupos passaram a se afastar cada vez mais. Foi o início de uma definitiva separação e diluição da raça cigana nesta região do mundo. Rômulo morreu de velho, ainda no posto de rei.


Rei Rodrigo governou o Povo Cigano no seu auge. Tal como uma estrela supernova, que brilha muito mas extingue rápido, seu brilho ofuscou todos os outros líderes da época.


O Povo Cigano, até hoje, é mal interpretado e perseguido no mundo todo. Muitos atribuem a eles a fama de encrenqueiros ou desonestos. De fato, existem muitos supostos ciganos que nada mais são do que mendigos, com sangue impuro e sem a descendência nobre do povo legítimo.


Entretanto, o verdadeiro Povo Cigano é honesto e batalhador. Seus méritos se fazem por serem exímios negociadores, sendo muito difícil levar a melhor ao negociar com um cigano. Muitos povos, ao levar desvantagem em um negócio, se vingavam ou falavam mal deste povo, justificando um pouco o estigma que carregam.


O lema do Povo Cigano é: “Sempre tenho o que você quer, mas quero o que você tem. Se quer o que eu tenho, pague o meu preço.”


A Entidade


O Cigano como Entidade, é representado por Cigano Rodrigo, Rei dos Ciganos, que possui, como todas as entidades, muitos seguidores em sua falange.


A linha cigana possui, como sua característica, um desapego às linhas tradicionais de esquerda ou direita dos terreiros, seguindo uma filosofia própria. Por serem negociantes, tudo para eles é uma questão de troca. Quem quer receber, terá primeiro que dar, negociar ou prometer.


Cigano Rodrigo não incorpora para conversar com qualquer pessoa, mas somente para aquelas que pensam como ele. Ou seja, pensar grande, não ser mesquinho, ter a mente aberta e profundo desejo de crescimento espiritual e material.


Embora seja muito difícil para alguém seguir e trabalhar na linha dos Ciganos, aqueles que estão ao seu lado alcançam prosperidade e riqueza, além de muitos relacionamentos amorosos. Cigano sempre teve sete mulheres ao seu lado, e com abundância de mulheres e ouro devem andar seus seguidores.


(Autor Desconhecido)

Oferendas para ciganas e ciganos


As oferendas para as ciganas devem ser feitas e entregues com o  maior capricho possível.  Não precisam ser caras, mas devem ser bonitas.  As cores e o material usado variam muito, dependendo da entidade e do objetivo do trabalho.
 
Nas oferendas em geral, costuma-se forrar o local aonde será assentada ou entregue com um pedaço de tecido, folhas de vegetais ou folhas de papel de seda.
 
Alguns materiais usados em oferendas para diversos fins:  frutas diversas, rosas ou flores do campo plantas e ervas; especiarias (cravo, canela, cominho, louro, noz moscada etc), doces (quindim, manjar, compotas), pães caseiros, bolos com especiarias (nozes, castanha, açúcar mascavo), cereais (lentilha, grão de bico, arroz) cozidos. Mel, velas (variando a cor e a forma). Incensos, moedas, cristais, vinho tinto ou branco, ponche de frutas, suco de frutas, chás aromáticos, água mineral.


Adornos femininos: pulseiras, brincos e colares, leques, castanholas, xales, véus, lenços de cabeça, se possível enfeitado com moedas, perfumes.


Baralhos ciganos, imagens ciganas, cigarrilhas - cigarros ou charutos, fumo, fitas coloridas.


Se você quer oferecer um agrado aos amigos espirituais ciganos, oferte flores, velas e frutas para as ciganas.  E cravos, velas e frutas para os ciganos.
 
Não precisa gastar muito, ofereça uma linda maçã, uma vela branca (pode ser amarela para prosperidade, verde para saúde,  rosa para o amor, azul para harmonia). Uma rosa (as cores têm a mesma função das cores das velas)
 

Entregue num jardim ou praça, preferencialmente antes de anoitecer.

Oração de Santa Sara
 
Santa Sara, minha protetora,
Cubra-me com teu manto celestial.
Afasta as negatividades que por ventura estejam querendo me atingir.
Santa Sara, protetora dos ciganos, sempre que estivermos nas estradas do mundo, proteja-nos e ilumine nossa caminhada.
Santa Sara, pela força das águas, pela força da Mãe-Natureza, esteja sempre ao nosso lado em seus mistérios.
Nós, filhos dos ventos, das estrelas e da Lua Cheia e Pai-Sol, pedimos a sua proteção contra os inimigos.
Santa Sara, ilumine nossas vidas com seu poder celestial, para que tenhamos um presente e um futuro tão brilhantes, como são os brilhos dos cristais.
Santa Sara, ajude os necessitados, dê luz para os que vivem na escuridão, saúde para os que estão enfermos, arrependimento para os culpados e paz para os intranquilos.
Santa Sara, que seu raio de paz, de saúde e de amor possa entrar em cada lar neste momento.
Santa Sara, dê esperança e dias melhores para essa humanidade tão sofrida.
Santa Sara milagrosa, protetora do povo cigano, abençoe a todos nós, que somos filhos do mesmo Deus!

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