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OS ORIXÁS

 

 

Autor: Lara Lannes

Equipe Genuína Umbanda

www.genuinaumbanda.com.br

 

Para os umbandistas, existem várias formas e conceituação dos Orixás. Trataremos somente daquela que conceitua o Orixá como energia vinda de um elemento primordial da natureza.

A Umbanda traz em seus fundamentos o culto e respeito a essas forças geradoras de energia, que se complementam para cumprir o equilíbrio das Leis Divinas. A essas energias, dá-se o nome de Orixás, que são os maiores responsáveis pela manutenção do equilíbrio necessário à dinâmica evolutiva das raças que habitam na Terra.

 Assim, cada Orixá representa uma força da natureza, que reverenciamos através das forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo. É essa força que, em equilíbrio, nos proporciona auxílio para os problemas que enfrentamos no dia-a-dia.

 Não existe uma hierarquia entre os Orixás; cada Orixá exerce a sua função, um em conjunto com o outro, nunca separadamente.

A energia divina representativa em cada Orixá se combina, se conjuga e se harmoniza, desdobrando-se em outras energias que dão origem a outras manifestações da Força Divina na Natureza.

Um exemplo disso se percebe quando analisamos a manifestação dos Caboclos nos terreiros de Umbanda. Esses trazem os elementos que se conjugam na natureza, havendo, portanto, os caboclos ligados sempre ao elemento Oxossi, manifestação da energia da mata, mas com a energia de Xangô, por exemplo, pelo elemento mineral que se une ao elemento vegetal, dando origem a essa vibração conjunta.

O que ocorre, nesse caso, é que tanto a energia de Oxossi quanto a de Xangô não perdem suas essências, mas se combinam, adquirindo outras características vibratórias. O mesmo ocorre no caso da conjugação da energia de Oxossi com Ogum, gerando, por exemplo, a vibração do Caboclo Arranca-toco; na combinação com Omulu, gerando a vibração dos caboclos flecheiros e bugres ou no caso das iabás, dando origem aos caboclos e caboclas do mar (Iemanjá), dos rios, das cachoeiras (Oxum), etc.

Citamos somente o exemplo da energia proveniente do Orixá Oxossi, usando o exemplo dos caboclos, que serão sempre representantes da vibração da mata, mas mostrando como essa energia se agrega com as outras provenientes dos outros Orixás para gerarem vibrações decorrentes dos vários elementos. Mas, o mesmo ocorre com todas as variações dos Orixás que conhecemos como representação da energia proveniente da natureza.

Orixás não encarnaram, não tiveram uma vida corpórea na Terra. São energias emanadas da própria natureza, denominados Orixás Maiores. Estes são o topo de uma Hierarquia que se desdobra em outros sete "orixás-menores" (Espíritos Superiores, não reencarnacionais) que são chefes de Legiões; Legiões que se dividem em Falanges e sub-falanges, que também possuem chefes e entidades chefes de Grupamentos.

 Orixá, dentro do culto Umbandista (de uma maneira geral) não incorpora. O que se vê dentro dos vários terreiros, centros, tendas etc, são os Falangeiros dos Orixás, ou seja, Espíritos de grande força espiritual, de grande Luz, que trabalham sob as Ordens de um determinado Orixá.

 A cada Orixá está associada uma personalidade e um comportamento. Cada pessoa recebe a influência do Orixá que será seu protetor por toda a vida.

 Assim, mesmo que a entidade se identifique como Oxóssi ou Odé, não é o Orixá em si, mas está se identificando em sua linha vibratória. Isso explica porque pode, em um mesmo trabalho ou simultaneamente em vários locais, haver entidades com o mesmo nome.

Quando cultuamos nossos Orixás, cultuamos também as forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, do fogo, etc. Essas forças em equilíbrio produzem uma enorme energia que nos auxilia em nosso dia-a-dia, ajudando para que nosso destino se torne cada vez mais favorável. É por isso que todo umbandista deve o mais frequentemente possível, conforme sua disponibilidade, procurar estar em contato com a natureza, uma vez que é nela que percebemos mais claramente o recebimento das energias provenientes dos Orixás, sendo tal contato meio de ligação direta com nosso Criador.

A energia divina representativa em cada Orixá se combina, se conjuga e se harmoniza, desdobrando-se em outras energias que dão origem a outras manifestações da Força Divina na Natureza.

- OXALÁ - Símbolo da natureza religiosa, santificada. Não é Deus, mas está abaixo Dele, presidindo seus desígnios. Para os iniciados é o Cristo, para os umbandistas, Jesus. Na natureza, liga-se aos céus e tudo o que nele há.

- IEMANJÁ - Símbolo da natureza feminina, da beleza e da reprodução. Na natureza, liga-se às águas do mar. No sincretismo, Nossa Senhora. Nessa linha, apresentam-se todas as iabás (orixás femininos), Oxum, Nanã, Iansã, Obá, e outras.

- XANGÔ - Símbolo da justiça. Envolve o cumprimento da lei de causa e efeito, com os seus “agentes” de naturezas diversas. Segundo os estudiosos, é esse orixá que dá origem à justiça terrena. Na natureza liga-se às montanhas. No sincretismo, seria São Jerônimo.

- OGUM - Simboliza a idéia de trabalho, de luta, de guerra, de vitória. Na natureza, liga-se aos metais. No sincretismo, é São Jorge.

- OXÓSSI - Simboliza a natureza jovem, de homens e mulheres, a alegria saudável, a energia jovial. Na natureza está ligado às matas. No sincretismo, é São Sebastião.

- OBALUAÊ/OMULU - é símbolo de maturidade, de serenidade, amor, compreensão e humildade. Na natureza, liga-se à movimentação das águas, cachoeiras etc. É o estado de experiência do velho. No sincretismo, é São Cipriano.

 - NANÃ - é primordial, é a energia que dá origem ao mundo, é a energia que é Criadora, é representativa da junção do elemento Terra e Água, que gera o elemento primordial de onde surgiu toda a vida no Planeta Terra. Da lama surgiu a primeira manifestação de vida no planeta. Dessa energia que surge toda a vida e é para essa energia que volta toda a vida quando finda a encarnação.

- OXUM - A energia do orixá Oxum é feminina, regente das águas doces. Essa energia é também direcionada para a fecundação e concepção.

- IANSÃ - é a Senhora dos Ventos, da tempestade. Sua energia é vinculada à força da energia de Xangô. Enquanto Xangô rege o trovão, Iansã atua com seus ventos. Isso se demonstra inclusive nas lendas acerca dos Orixás africanos, que vinculam esses orixás como casados e compartilhando grande amor entre eles.

Exu não é Orixá, na Unbanda, mas é o que vem na frente destes, trazendo proteção para suas manifestações. É o concretizador do poder vibracional dos Orixás no Universo Astral. Exu é guardião, é caminho entre a luz e as trevas, e cobrador perante a Justiça cármica.


 

 

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