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O site Genuína Umbanda terá atualizações freqüentes, com o objetivo de estar sempre acrescentando novidades aos temas desenvolvidos em nossos links. Nesse tópico, você poderá acompanhar cada atualização feita pela equipe Genuína Umbanda.  Clique aqui.

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A Umbanda

Os Orixás

"Se é preciso que eu tenha um nome, digam que eu sou o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS, pois para mim não existirão caminhos fechados. Venho trazer a Umbanda uma religião que harmonizará as famílias e que há de perdurar até o final dos séculos."

"O vocábulo antigo Arashá significa " O Senhor da Luz ", equivale aos Orishis dos Brâmanes e aos Orixás dos Africanos, que em Yorubá significa: O senhor da Cabeça, ou seja, do principio espiritual ou Luz. A energia divina representativa em cada Orixá se combina, se conjuga e se harmoniza, desdobrando-se em outras energias ."

As Ervas na Umbanda

Mensagens

O uso das diversas ervas conforme o Orixá correspondente, em sua forma de amacis, banhos, infusões, imantações, etc. A importância do elemento vegetal, energia vital de grande poder e a influência naquele a quem se recomenda seu uso.

Coletânea de mensagens dos nossos respeitáveis guias e protetores de luz, ou mensagens de cunho relevante para os umbandistas, levando os filhos de fé a uma reflexão sobre essa religião universalista que é a umbanda, bem como outros textos de caráter religioso, filosófico ou espiritualista.

Pontos Cantados e Riscados

Terreiros

 Os pontos cantados são utilizados como poderosos instrumentos na concentração necessária a evocação das diversas falanges. Os pontos riscados na Umbanda trazem a força misteriosa da escrita astral , que tem o poder de fechar, trancar ou abrir os terreiros, de acordo com as exigências dos trabalhos que vão ser praticados.

Aqui você encontra os terreiros cadastrados em nosso site, convidando-o também a cadastrar a sua casa de Umbanda, pelos diversos Estados do país. Nossa intenção é disponibilizar o máximo de informações àqueles interessados em conhecer e verificar o desenvolvimento da Umbanda em sua prática ritualística.

Exú e Pomba-gira

Zé Pelintra

Exu é guardião, é caminho entre a luz e as trevas, e cobrador perante a Justiça cármica. É o agente da lei natural de ação e reação, que executa essa lei conforme o ordenamento da natureza, evitando com suas ações o caos nos domínios do Criador.

A falange de Zé Pelintra é formada por espíritos desencarnados de muita luz, que atuam dentro dos rituais de Umbanda e no Catimbó nordestino de onde vem a sua origem. Essa entidade prega que cada um colhe aquilo que planta, e que o plantio é livre, mas a colheita é obrigatória.

 

 

 

 

FRANCISCO DE ASSIS

 

 

Altíssimo e onipotente bom Senhor
E os sãos louvores da glória, honra e toda bênção.
A ti somente altíssimo eles convém
E nenhum homem é digno de te imitar.

Louvado sejas meu Senhor com todas as criaturas
Especialmente o senhor irmão Sol
O qual faz o dia e por ele alumia
E ele é belo, radiante e com grande esplendor de ti.
Louvado sejas o meu Senhor pela irmã Lua
Pelas estrelas que no céu formaste as claras,
preciosas e belas.
Louvado sejas o meu Senhor pelo irmão vento
Pelo ar, pela nuvem, pelo sereno e todo tempo pelo
qual das tuas criaturas o sustento.

Louvado sejas meu Senhor pela irmã água
A qual nos é muito útil, úmida, preciosa e casta.
Louvado sejas meu Senhor pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
Ele é belo, robusto e forte.
Louvado sejas o meu Senhor pela nossa irmã-mãe Terra
A qual nos sustenta, governa e produz diversos frutos
Flores coloridas e ervas.

Louvado sejas o meu Senhor pela nossa irmã morte
corporal
Da qual nenhum vivente pode escapar

Bendito aquele que se encontra na tua santíssima
vontade ao qual a morte não fará mal

Louvai e bem dizei ao meu Senhor
Agradeça e sirva com grande humildade

Louvai e bem dizei ao meu Senhor

 

 

(Cantico das Criaturas - São Francisco de Assis)

 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...

Francisco de Assis viveu a mensagem do Evangelho de modo a consolidar a palavra Amor , fazendo-a sair da teoria e avançar para a prática no dia a dia. Não há jeito na terra de pensar e escrever sobre a caridade, sem lembrar do homem da Úmbria: todos os caminhos por onde passou falam dele. Deixou impregnado no tempo e no espaço, nas coisas e na própria natureza, algo de divino, que somente o tempo poderá revelar no futuro, para a grandeza da fé. Não se pode lembrar dos hansenianos sem encontrar a figura extraordinária de Francisco; não se pode falar da assistência social, sem que ele esteja no meio; não se pode referir ao amor, sem a sua benfeitora irradiação.

O Cristo operava no mundo pelas mãos angélicas desse Anjo de Deus, confortando os doentes, curando os enfermos, instruindo os ignorantes, fartando os famintos e vestindo os nus. Dava sem receber e recebia distribuindo. Amava sem exigências e, quando ofendido, amava o ofensor. Abençoava a todos, e, quando apedrejado, servia mais. Falava em ferir, e, quando ferido, compreendia o revoltado. Nunca se indignava e, quando em meio a revolta, orava em favor de todos. Trabalhava e amava o trabalho. Defrontando-se com a inércia, estimulava o labor. Tinha como base da felicidade, a alegria. Quando encontrava a tristeza, alegrava-se mais. Não falava em doenças. Quando encontrava enfermos, enfatizava a saúde, sem esquecer da fé. Ouvia em silêncio os que sofriam e falava quando a sua palavra fosse consolo ou paz. Desejava o bem de todos, sem cogitar de onde procediam, para onde iam, a qual escola ou partido político pertenciam. Não era dado a examinar procedências para servir, pois via a todos como filhos de Deus.

Francisco de Assis mostra o quanto vale o amor e faz a humanidade conhecer aquele Cristo de há dois mil anos, fundindo e refundindo todas as virtudes, na expressão que a sua vida nos oferta. Francisco venceu a morte porque venceu as imperfeições, lutou contra os instintos inferiores e alcançou a vitória sobre os inimigos internos, consolidou os dons espirituais no coração e irradiou o Bem em todas as direções.

Foi bom. Foi justo. Foi honesto. Foi feliz. Foi trabalhador. Foi irmão. Foi perdão. Foi manso. Foi energético. Foi compreensivo. Foi caridoso. Foi carinhoso. Foi pai. Foi tolerante. Foi humilde. Foi pastor. Foi santo. Foi místico. Foi homem. Foi Anjo.

Porque cultivou um jardim de virtudes dentro do coração, na presença do Cristo e na lavoura de Deus.

(Bezerra - Belo Horizonte, 19 de julho de 1982)

(Livro: Francisco de Assis / espírito Miramez / João Nunes Maia))

APÓSTOLO JOÃO, O EVANGELISTA – O INÍCIO DO NOME FRANCISCO

Mas, os soldados, temendo a vida de Pai João, ... Propuseram, então, ao homem santo, que vestisse uma farda velha de um dos soldados, raspasse o cabelo e trocasse o nome, transferindo-se para Éfeso, onde poderia permanecer como um desconhecido. Eles lhe sugeriram o nome de Francisco, que o Evangelista, sorrindo, aceitou.

Pai Francisco era adorado, pois sua pessoa trazia para o ambiente a presença do Cristo.

Está é uma fração da história do grande vidente do Apocalipse. Os escritores antigos e modernos perderam o fio dos fatos que com ele ocorreram. Quem poderia ter escrito muito sobre ele seria Pátius, mas, logo que pode tomar essa atitude, foi chamado para o além, por lei irremovível do destino. .. Após desencarnar, Pátius o acompanhou, pela afinidade do coração.

Tempos depois já no século XII, voltaram juntos, reencarnando-se na velha Itália, como mestre e discípulo, por se encontrarem naquelas plagas, campos de trabalho que requeriam maior urgência.

1181 – SÉCULO XII

SÍNTESE DO MOVIMENTO ESPIRITUAL NA TERRA

Francisco de Assis desceu à Terra em meio de enorme e terrível carnificina. A Idade Média fazia do mundo um palco nefando de ódio e de vingança. Depois de mil anos de cristianismo, foram abertas as portas das trevas, e ela foi tumultuada pelos agentes das sombras, contudo, Deus, em sua divina esquemática, não esquecerá das devidas proteções.” (Livro Francisco de Assis/esp. Miramez/João Nunes Maia)

OS PREPARATIVOS E A CONCEPÇÃO NO DIA 24.12.1181 – SÉCULO XII

O espírito João Evangelista, em alta madrugada, adentrou a nave de descanso dos Bernardone. Sua futura mãe dormia serenamente, qual um Anjo, viajando nos espaços infinitos.

Maria Picallini, ao avistar aquela esplêndida figura espiritual dentro do seu quarto, não teve dúvidas de que se tratava daquele com o qual havia sonhado muitas vezes.

Minha irmã, disse João, que a paz de Jesus Cristo seja em teu coração, e te faça dentre as mulheres uma mãe e que seja minha, por excelência da vida! A minha gratidão nunca faltará, por esse teu gesto de amor; agradeceria poder nascer por teu intermédio.

O teu consentimento significa o selo da nossa união, em nome de Deus e do nosso Mestre.

Não sou dona de mim mesma, quando se trata da vontade do Mestre, respondeu Maria Picallini e continuando, que Deus me ajude a compreender os meus deveres diante de tão relevante tarefa no mundo! Sim, serás meu filho!

Perguntou Pedro Bernadone: - Que queres de mim? Ao que João amavelmente respondeu: - Que sejas meu pai! Desejo nascer neste lar; não obstante, sem a tua aquiescência, terei que procurar outro.

Se depende de mim, meu deus, faça-se a tua vontade, que seremos os teus escravos. Pelo que vejo, a minha esposa já aceitou, e eu o aceito igualmente.

................................

 

O discípulo de Jesus já estava ligado ao seu futuro corpo, em nome d'Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

 

..................................

Era, aquela, a noite que antecedeu ao dia vinte e cinco de dezembro, data festejada em todo o mundo Cristão, como a do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi essa data que João Evangelista escolheu para atar seus laços na vida física, como Francisco Bernardone, sob as benções do Mundo Maior!

Era o ano de 1181.

O Natal de Jesus! ... Quando fazia 1.181 anos que o Cristo se fizera visível na terra, o Seu Discípulo do Amor crucificava-se na carne com sete amarras, que somente a morte física poderia desatar, quando o destino indicasse o tempo marcado pela divindade, para que o espírito voltasse a Pátria Espiritual. (Livro Francisco de Assis/espírito Miramez /João Nunes Maia)

A MISSÃO DE FRANCISCO

João Evangelista, como vigilante da Espiritualidade Maior, regressou como Francisco de Assis, na Úmbria, Itália, com a sagrada missão de aliviar, por misericórdia, o fardo pesado que estava imposto pelas Cruzadas aos ombros dos homens.” (Livro Francisco de Assis/espírito Miramez/João Nunes Maia)

MISSÃO DOS 201

Junto com ele, reencarnou também Pátius, o discípulo que formou quando se chamava João, o Evangelista, o último dos doze, na cidade de Éfeso, logo depois de deixar seu exílio na ilha de Patmos, onde viveu por longos 7 anos.

Pátius, junto com Francisco, chamou-se Frei Leão, escrevia tudo que o Iluminado dizia como médium do Cristo e depois as mensagens eram enviadas às igrejas de maior expressão que depois as transmitia as demais.

Filho do casal Renuns, Pátius ou Frei leão, depois volta sozinho à Itália, tendo Francisco como mentor espiritual e chama-se Pietro Ubaldi.

“Os grandes missionários, dos quais Francisco de Assis era o mais lúcido, contrabalançavam o mundo doutrinário, não deixando desaparecer a fé em deus e os exercícios espirituais em busca dos sentimentos altruísticos.” (Livro Francisco de Assis/espírito Miramez/João Nunes Maia)

NASCE FRANCISCO

O calendário marcava 26 de setembro de 1182. O dia amanhecera mostrando límpido céu azul e o sol concedia seus raios nascentes, em diáfana claridade. O vento soprava com suavidade, cujos sons assemelhavam-se a acordes de delicados instrumentos, como se a natureza oferecesse ao mundo celestial musicalidade, em agradecimento à presença de quem sabia falar a todos os seus reinos. Qual filigrana de luz, descia sobre toda a Úmbria sutis eflúvios magnéticos, qual delicada rede de safírica coloração, tudo envolvendo em sua mansa acomodação. Forças cósmicas, em inteligente movimentação, anulavam quaisquer atividades que pudessem empanar a cosmografia ambiental.

Já anoitecia e sobre a mansão dos Bernadone caía, levemente, diáfana névoa como bênçãos enviadas dos páramos espirituais mais elevados, em favor de seus moradores.

Maria Picallini, ao sentir que a natureza estava prestes a apartar seu filho de suas entranhas, não desejando permanecer no luxo da mansão, fez com que Jarla a levasse para a estrebaria, para que seu filho nascesse na simplicidade da pureza dos animais, quase se repetindo o quadro do nascimento de Jesus.

No exato momento em que dava à luz o seu filho, Maria Picallini, quase em êxtase, ouviu sublimado cântico na acústica de seu coração e viu a côrte de Anjos que viera assistir ao regresso à terra, pelos canais da reencarnação, de um espírito de elevada envergadura, fazendo-se homem nos caminhos do mundo.

Jarla, que levara consigo os apetrechos necessários ao parto, emocionada, separava mãe e filho, cortando o laço físico que os unia, eternizando assim os laços espirituais daquele ser com toda a humanidade.

(Livro Francisco de Assis/espírito Miramez/João Nunes Maia)

Fonte da sinopse bibliográfica: http://www.aefa.com.br/biografias.html

 

 

 

“Sou considerado no mundo dos espíritos como um espírito encantado, pela sabedoria adquirida junto ao povo do Oriente para realizar trabalhos no campo da medicina espiritual, no campo da medicina dos encarnados através das ervas. Espírito encantado a que me refiro é a forma que representa melhor a minha atuação de trabalho no plano espiritual -  “encantado” por atuar na manipulação da energia de determinadas ervas encantadas.

 

Tive encarnação, também, no Egito, assim como uma grande maioria dos espíritos e entidades da Umbanda. Meu nome é “Caboclo Pena Branca de Oxalá”. Quando eu fui chamado para servir ao Senhor de todos os espíritos, me deram uma vestimenta toda branca e um capacete de penas brancas para representar minha ultima encarnação que tive como índio e, toda essa vestimenta é branca. Muitas das vezes, reluzindo tons dourados. Toda essa vestimenta é bem diferente das que eram usadas de costume pela minha tribo na minha ultima encarnação, sempre com penas coloridas.

 

Falo das minhas vestimentas para que fique claro que tudo que é material após a passagem continua pairando sobre a Terra. Que na chegada ao plano espiritual o espírito toma outra forma e carrega consigo novas vestimentas, só aproveitando da encarnação o que se adquire de sabedoria, para que seja aproveitada na evolução de cada espírito.

Que todos fiquem em paz.”


Caboclo Pena Branca de Oxalá – 03 de janeiro de 2009

Pelo Médium Alberto Magno (Equipe Genuína Umbanda)

 

 

 

 

"A sabedoria não está nem no que se diz, nem no que se pensa. E sim, no que se faz e no que se prega.

As ações são pontos importantes que seguem como degraus para a evolução humana.

A humildade e a caridade são ações que exercidas com amor tornam-se o momento mais próximo de Deus.

Muitos julgam-se humildes e são os mais arrogantes dentre os encarnados, pois a verdadeira humildade não está naquele que fala, mas sim, naquele que estende a mão.

Quanto mais despreender-se do mundo material, mais humilde será e estará no caminho certo para alcançar a sabedoria.".

 

Caboclo Sete Flechas - 15 de fevereiro de 2009

Pelo Médium Alberto Magno (Equipe Genuína Umbanda)

 

 

 

 

LEI Nº 5514, DE 21 DE JULHO DE 2009.


O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1º Declara como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro a Umbanda, religião genuinamente brasileira.

Art. 2º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 21 de julho de 2009.


SERGIO CABRAL
Governador

 

 

 

 

 

Calendário de Festividades na Umbanda

 

 

20/01 (Oxossi) - Orixá da caça, da busca e do conhecimento que habita nas matas. Elemento vegetal, ponto de força nas matas. Dia de São Sebastião.

 

23/04 (Ogum) – Orixá guerreiro, aquele que "quebra" demandas e abre caminhos com sua ordenação militar. Elemento Ar, ponto de força nos caminhos. Dia de São Jorge.

 

13/05 (Pretos Velhos) – Dia da Libertação.

 

24/05 (Sta. Sara Kalí) – Padroeira dos Ciganos, pode sincretizar com Egunitá.

 

30/05 (Obá) – Orixá feminino de força e concentração ajuda a dar determinação e conhecimento. Guerreira que também tem sua ligação com as matas e o elemento terra, ponto de força em contato com a terra próximo as matas. Dia de Joana DÁrc.

 

24/06 (Xangô) – Orixá da justiça dos raios e equilíbrio. Rege o elemento fogo, ponto de força pedreiras e montanhas. Dia de São João.

 

26/07 (Nanã Buroquê) – Orixá da sabedoria da calma e evolução é considerada a mais velha como uma avó. Elemento água e terra, ponto de força nos lagos. Dia de Santa Ana.

 

16/08 (Obaluayê) – Orixá ancião da cura, sabedoria e evolução, senhor das passagens. Elemento terra e água, ponto de força no cemitério e no mar. Dia de São Roque.

 

24/08 (Oxumaré) – Orixá do arco íris, amor e renovação, simbolizado por uma serpente. Elemento cristalino e mineral, ponto de força nas cachoeiras. Dia de São Bartolomeu.

 

27/09 (Cosme e Damião) – Dia em que se comemora a presença das crianças na Umbanda. Elemento todos.

 

12/10 (Oxum) – Orixá do amor, do ouro e da prosperidade. Elemento mineral e aquático, ponto de força nas cachoeiras. Dia de Nossa Senhora Aparecida.

 

02/11 (Omulú) – Orixá ancião da terra, dos términos e da morte, também trás aspectos de cura como o "fim" da doença, ponto de força no cemitério e no mar. Dia de Finados.

 

15/11 (Dia da Umbanda) – 15/11/1908 Zélio Fernandino de Moraes incorpora pela primeira vez o "Caboclo das Sete Encruzilhadas" o que é considerado primeira manifestação pura de Umbanda.

 

04/12 (Iansã) – Orixá guerreira e da justiça, portadora de espada e direcionadora das situações. Elemento ar, ponto de força nas pedreiras. Dia de Santa Bárbara.

 

08/12 (Iemanjá) – Orixá Mãe de todos, aspectos maternais, geradores e criativos. Elemento água, ponto de força no mar. Dia de Nossa Senhora da Conceição.

 

25/12 (Oxalá) – É o Obatalá (Orixá que se veste de branco), o Orixalá (o maior dos Orixás). Orixá da fé, da paz e da pureza. Aparece sempre acima dos outros Orixás, no topo do altar, o que é facilmente explicado, pois sem fé, paz e caridade não há religião. Tem seu ponto de força em campos abertos, mirantes e todos os lugares que possa sentir sua paz. Natal.

 

 

 

 

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